Corrupção, uma praga que atinge todas as carreiras!

traço

Nov 04, 2014

Corrupção, uma praga que atinge todas as carreiras!

Quando o lado obscuro do trabalho atinge os profissionais. Como ser evitado?

Corrupção é o ato ou efeito de se corromper, oferecer algo para obter vantagem em negociata onde se favorece uma pessoa e se prejudica outra. É tirar vantagem do poder atribuído.


Nos últimos anos, todos os dias assistimos nos noticiários uma abundância nunca antes vista na história desse país de casos de corrupção nas empresas estatais e nos órgãos públicos em todos os níveis governamentais, sejam eles: municipal, estadual e federal, envolvendo indiscriminadamente todos que neles orbitam, sejam políticos ou não.


Seria bom se a corrupção estivesse confinada apenas a máquina pública, porém infelizmente ela se enraizou na cultura brasileira – e, longe do que imaginamos, não está limitada a favorecimentos financeiros, desde os pequenos “quebra galhos” como ser privilegiado em cortar uma fila, um gato na TV a cabo, ou o pagamento de “bola” para o comprador favorecer uma empresa. Tudo é corrupção, também conhecido carinhosamente como: “jeitinho brasileiro”.


Soluções a curto prazo não se vê. Muitas ideias, mas poucas ações concretas viáveis. Creio que, no limite, seja mais fácil e rápido institucionalizá-la – afinal, convenhamos não existe nada mais usual na economia brasileira do que a pratica da corrupção.


O maior desafio depois da criação da lei que pode ganhar o nome de “Lei do sorriso”, quem nunca ouviu a frase: “quem quer sorrir tem que fazer sorrir”, será determinar quais impostos incidirão sobre os serviços de corrupção e, claro uma nova modalidade surgirá, com ou sem nota. Afinal, se o corruptor desejar nota fiscal terá que pagar os impostos – e como tem utilidade pública poderá ser abatido do imposto de renda.


A taxa pelos serviços de corrupção poderá receber os mesmos nomes praticados atualmente:


a -Garçom, quando a taxa de corrupção for de 10%, para serviços simples;


b - Católico, para serviços mais difíceis e demorados onde a taxa é de 1/3.


Claro que nem todo brasileiro é corrupto, afinal nem todos tiveram ou terão a oportunidade ou o poder da decisão nas mãos e somente ai ser colocada a prova sua honestidade, determinando qual é o seu limite para suportar a tentação de aceitar ou não um agrado em troca da escolha de um fornecedor ou fazer vistas grossas para um produto com qualidade duvidosa.


Não somos tão pessimistas nem céticos, nossa esperança está depositada nas novas gerações que mostram-se intolerantes a vários modelos de corrupção, principalmente o do favorecimento em detrimento da competição ou da competência, ficam indignados quando se defrontam com situações de corrupção explicita e mostram rigidez em não aceitar qualquer tipo de abordagem com esse objetivo.


A pergunta que fica é: Qual é o limite das novas gerações em relação a corrupção? Será que eles permaneceram fies aos princípios da juventude que foram para as ruas para brigar pelos R$ 0,20 do aumento dos transportes públicos, ou será que ao aceno do primeiro favorecimento irão cair em tentação e perpetuarão a frase:


Se todo mundo faz, só eu seria o idiota a não fazer?


E você, de que lado está dessa história?


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